Criaturas tolas são divertidas.
Elas sabem como dizer,
Onde,
E porquê.
Só são sabem oque dizer.
Certas vezes me pego pensando em amor,Deus(não descobri até hoje qual o motivo de escrever com letra maiúscula ... Aliás,sempre esqueço da síndrome Dele de ser"ONIPOTENTE,ONISCIENTE E ONIPRESENTE"),morte,vida,política,religião...
E essas coisas que todo ser inteligente deve passar longe pro resto da sua permanência na Terra.
Esse tipo de pensamento é altamente destrutivo.
Pensando bem(olha como é uma prática ridícula),pensar já é por si só,um causador de desgraça.
Se o homem pensa no motivo da esposa chegar tarde em casa,já vai ligando logo a traição...
Se a mulher pensa no porquê do marido se perfumar demais,já pensa logo em amante ...
Se o povo pensa pra onde vai o dinheiro público,já estraga logo os planos dos políticos ...
Se os políticos pensam em como o povo vai reagir ao "empréstimo",já tem seus planos impedidos..
Se o povo pensa na situação em que se encontram e abrem a boca,coisa que é muito rara,perturba-se a suposta "paz vigente"...
Se a polícia pensa em agir,impede a ação do povo...
Logo,chego a terrivél conclusão de que "pensar" é um doença:
é capaz de produzir um senso crítico,de demonstrar insatisfação,de tirar certas pessoas de lugares e postos onde não deveriam estar e que não poderiam ocupar ...
Afinal,
"Quanto menos conhecimento,
Mais manipulação".
Mas como diria a Rê,"Não nasci pra ser a cura,e sim a doença".
CAMPANHA "PENSAR NÃO DÓI".
sábado, 8 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
"Logo seria maio.Colhiam-se rosas".

Depois de muito tempo sem ao menos passar por aqui,resolvi fazer isso funcionar novamente.
Coisas acontecem na vida das pessoas quando o intervalo de tempo é grande,mas ... Isso não vem ao caso.
Como não suporto falar de mim em primeira pessoa,mas sempre usando um personagem,lá vai:
"Ela conheceu um tal de Grenouille.
Ele era instigante.
Na realidade,um ladrão.
Lhe roubava as horas,as tardes ...
Vez ou outra até o dia inteiro.
Como toda pessoa interessante,
Diferente.
Ele sequer se destacava na multidão;
As pessoas não o olhavam;
Um ser absolutamente dispensavél social e humanamente falando.
Nem odor ele produzia.
Mas como á ela tudo que é incomum passa a ser digno de atenção,
Se apaixonou.
Louco,
Assustador.
Uma forma breve de o descrever.
Um verme,um parasita assumido e desavergonhado.
Mas não faria nenhuma diferença.
Ela já o amava e isso bastaria pra todo um conto de fadas.
Bom,não foi bem isso que aconteceu.
Ele criou,produziu,usou.
Todos passaram a adorá-lo.
Ela,simplesmente deixou correr.
Como todos os outros,
Ele morreu.
Não como os outros.
Foi consumido,devorado.
De forma literal.
E foi assim que o conto de fadas dela acabou.
Afinal,algum deles durou mais que duas semanas ?!"
"Lixo literário pode ser publicado?" (L.S)
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